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Mulher não acreditava que ex-marido fosse assassiná-la
23 de Dezembro de 2015 ás 12:11 -

Pedreiro não aceitava o fim do relacionamento de quase 30 anos com manicure

Mulher não acreditava que ex-marido fosse assassiná-la

VINICIUS LEMOS DA REDAÇÃO - MIDIANEWS

A manicure Luzia Zuleide Steinbach, de 46 anos, não acreditava que o ex-marido, o pedreiro Adão Rodrigues, de 49 anos, fosse capaz de assassiná-la, segundo informou a Polícia Civil. A mulher foi morta no último dia 18, em frente a um cartório de Tangará da Serra (240 km a Noroeste de Cuiabá). O crime teria sido motivado pelo fato de o pedreiro não aceitar o recente fim da relação, de quase 30 anos. Logo depois de assassinar a manicure, Adão atirou contra o pai dela e cometeu suicídio. A delegada Liliane Diogo, da Delegacia da Mulher de Tangará da Serra, informou que, há um mês, a vítima havia registrado um Boletim de Ocorrência, por medo que o pedreiro desse fim à própria vida. Ela não tinha receio de que ele fizesse algo contra ela, o maior medo era que o ex-marido se matasse "Em novembro, ela registrou uma denúncia dizendo que ele havia ameaçado se suicidar. Mas, durante depoimento, ela acabou contando que também sofria ameaças por parte dele", disse. Apesar de relatar as ameaças, conforme a delegada, a mulher não acreditava que o homem fosse capaz de cometer algum tipo de crime contra ela e decidiu não denunciá-lo pelas ameaças de morte. "Ela não tinha receio de que ele fizesse algo contra ela, o maior medo era que o ex-marido se matasse", disse Liliane Diogo. Em razão da relação difícil que vinha mantendo com o ex-cônjuge, a manicure decidiu se mudar para Santa Catarina, em novembro deste ano. Apesar de acreditar que o pedreiro não representava riscos para ela, a manicure solicitou medida protetiva, para que Adão não pudesse se aproximar dela, nem manter contato. A medida, que havia sido acatada judicialmente, foi quebrada pela própria mulher, que decidiu atender a um apelo do ex e voltar para Tangará da Serra, para assinar um documento no cartório da cidade. "Ele ligou para ela e disse que, se não fosse vê-lo para assinar o documento, ele iria se matar. Ela tinha muito receio de que ele se suicidasse e acabou descumprindo a medida protetiva", explicou a delegada. O casal tinha dois filhos, um deles já havia falecido, informou a delegada. Ex-sogro também foi atingido O pai da mulher, João Steinbach, de 75 anos, que foi baleado por Adão, foi encaminhado para um hospital da região e está internado.  Conforme o site Tangará Online, ele recebeu alta hospitalar na tarde de domingo (20).

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