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Em meio a crise de medicamentos, secretária de Saúde e mais 10 são exonerados na prefeitura
13 de Março de 2018 ás 13:18 -

DO OLHARDIRETO Em meio a uma crise interna na Secretaria de Saúde de Cuiabá e sem conseguir tocar as ações pretendidas...

Em meio a crise de medicamentos, secretária de Saúde e mais 10 são exonerados na prefeitura

DO OLHARDIRETO

Em meio a uma crise interna na Secretaria de Saúde de Cuiabá e sem conseguir tocar as ações pretendidas pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) para o setor, Elizeth Araújo foi exonerada do comando da pasta junto com outros 10 servidores, nesta terça-feira (13).

 

A informação foi confirmada ao Olhar Direto por um assessor ligado ao prefeito e deve ser anunciada nos próximos dias. O médico Huark Douglas Corrêa, servidor de carreira da Prefeitura, assume a secretaria interinamente.

Entre os diretores e coordenadores que deixarão a Pasta estão a diretora de Atenção Primária da SMS, Larissa Raquel Kchimel, Elizete Ferreira de Souza, responsável pela rede de administração do Pronto-Socorro e Fernanda Laurentiis, chefe de gabinete da Secretaria.

No mês passado, o Pronto-Socorro precisou suspender os atendimentos e cirurgias eletivas na unidade por falta de medicamentos. A medida foi tomada devido à falta de mais de 240 tipos de remédios, assumida publicamente por Elizeth Araújo. Crise dos medicamentos No dia 23 de fevereiro, Elizeth Araújo chegou a dar entrevista coletiva sobre a falta de medicamentos nas unidades de saúde na capital mato-grossense. Ela citou impasses com as empresas que distribuem os remédios e também o déficit de repasse do Governo do Estado para justificar a falta de insumos na rede municipal. Na ocasião, Elizeth informou que faltavam mais de 200 tipos de medicamentos nas unidades e anunciou anunciar um pregão emergencial para que uma nova empresa forneça remédios. Em dois de março deste ano, o Pronto-Socorro Municipal (PSM) de Cuiabá chegou a suspender os atendimentos e cirurgias eletivas devido à falta de medicamentos. A interrupção durou  cerca de duas horas, e o serviço foi normalizado após a chegada de um caminhão de remédios e insumos.

“Os atendimentos de urgência e emergência não foram suspensos em momento algum. Haviam sido paralisados os atendimentos eletivos, que são aqueles que não requerem assistência médica dentro de um espaço reduzido de tempo e que não apresentam risco de morte para o paciente. Mas com a chegada de um caminhão de medicamentos nesta tarde, os atendimentos eletivos voltaram a ser realizados”, disse a secretaria por meio de nota, na ocasião. As ligações feitas pela reportagem aos telefones de Elizeth Araújo e de Huark Douglas Corrêa não foram atendidas e nem retornadas até o momento.

Atualizada às 12h.

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