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A história abomina o traidor e a resposta vai ser nas urnas, diz Lupi sobre Pedro Taques
13 de Abril de 2018 ás 13:56 -

OLHARDIRETO A decisão do governador Pedro Taques (PSDB) de trocar o PDT, partido pelo qual foi eleito senador e governador, pela sigla tucana,...

A história abomina o traidor e a resposta vai ser nas urnas, diz Lupi sobre Pedro Taques

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A decisão do governador Pedro Taques (PSDB) de trocar o PDT, partido pelo qual foi eleito senador e governador, pela sigla tucana, até hoje causa indisposição nas lideranças trabalhistas e agora dá o tom do projeto oposicionista da agremiação em Mato Grosso. Em Cuiabá para participar do ato de filiação do deputado Allan Kardec, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, chamou Taques de “traidor” e garantiu que o partido irá responder à "deslealdade" nas urnas.

 

O ex-prefeito de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta, que também retornou para o PDT, participou do evento e anunciou sua predisposição de participar do pleito, “para qualquer função”, como ele mesmo fez questão de deixar claro.

 

“Eu faço sempre minhas as palavras que aprendi com Leonel Brizola, que dizia sempre: os politiqueiros adoram e adulam os traidores, mas a história os abomina. Ele deu as costas para o partido que o elegeu, para os seus amigos que o lançaram na política, que o fizeram senador, o fizeram governador. E eu repito: a história abomina o traidor. A resposta vai ser nas urnas”, declarou Carlos Lupi.

 

De acordo com Lupi, o PDT tem participado das conversas que ocorrem em Mato Grosso com o Democratas, o PR, o PSD, PTB, PRB, PHS, PCdoB, PP e PROS. A princípio, conforme já vinha sendo ventilado por aqui, o nome do grupo é o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM), que tem até o final deste mês para decidir se vai ou não ser candidato.

 

“O nosso objetivo é fazer uma frente de oposição a quem nos traiu. O atual governador foi eleito pelo PDT, senador pelo PDT, mas infelizmente foi incoerente e decidiu abandonar o partido. Então, nós estamos organizando uma frente de oposição, com vários partidos e dessa frente vai sair um candidato. Pode ser o ex-prefeito Mauro, pode ser o Pivetta, pode ser o próprio Zeca, o Percival, um nome terá que unir essa base para fazer o enfrentamento político e retomar o crescimento do Estado”, explicou.

 

Pivetta, que é cotado para compor a chapa ao Governo como vice de Mauro, se ofereceu para coordenador a campanha, mas assumiu o compromisso de atender qualquer pleito do grupo, seja para vice ou até mesmo para o próprio Governo, numa eventual desistência do ex-prefeito de Cuiabá.

 

“O presidente do partido colocou meu nome como uma opção e eu me coloquei à disposição também. Vamos esperar acontecer. Eu gosto de respeitar os companheiros. Eu estou disposto a participar e ajudar em qualquer posição”.

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