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Após revelar desejo de matar, Janot tem noite de autógrafos vazia
09 de Outubro de 2019 às 13:38


Midianews



A falta de público marcou o lançamento do livro do ex-procurador-geral Rodrigo Janot, intitulado "Nada Menos que Tudo", em São Paulo, nesta segunda (7).



 



Nenhuma autoridade de destaque do Judiciário ou do Ministério Público Federal se fez presente. A noite de autógrafos foi pouco concorrida e terminou cedo. Durou menos de meia hora.



 



Dos 550 exemplares disponíveis, somente 43 foram vendidos. Janot não quis comentar a declaração polêmica, de que, em 2017, foi armado ao Supremo Tribunal Federal com a intenção de matar o ministro Gilmar Mendes, seu desafeto.





"Num dos momentos de dor aguda, de ira cega, botei uma pistola carregada na cintura e por muito pouco não descarreguei na cabeça de uma autoridade de língua ferina que, em meio àquela algaravia orquestrada pelos investigados, resolvera fazer graça com minha filha", diz Janot na obra.





"Só não houve o gesto extremo porque, no instante decisivo, a mão invisível do bom senso tocou meu ombro e disse: não."





No último dia 27, Janot foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal. O ministro Alexandre de Moraes, que autorizou a medida, determinou também que ele mantenha 200 metros de distância dos ministros do tribunal


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